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3 de maio de 2026

[EDGELORD] - O PIRATA SOLAR & O HERDEIRO DA ESCURIDÃO I


Eu vou abrir um pequeno parêntese aqui, porque isso ajuda a alinhar expectativa.

Em anime, existe um formato chamado OVA (Original Video Animation). São episódios lançados fora da televisão, geralmente direto em mídia física, e quase sempre com mais liberdade criativa. Isso significa que eles podem brincar com escala de poder, testar ideias diferentes ou até contar histórias paralelas que não afetam diretamente o cânone principal.

Como eu estou escrevendo, o termo mais adequado seria algo como OWA (Original Written Arc). A lógica é a mesma: um arco opcional, não-canônico, que você pode pular sem perder nada essencial da história.

Este aqui é exatamente isso.

Eu comecei Edgelord como um aceno a um personagem que eu queria muito jogar, mas não pude por causa de Caruthers. Só que, quando isso virou uma saga, eu percebi que tinha a oportunidade de fazer justiça não só a ele, mas a vários outros personagens que ficaram pelo caminho. O Arco IV, por exemplo, vai trazer de volta nomes como Ayro e Capri com o peso que eles merecem.

Mas, por enquanto, eu quero me permitir algo diferente.

Este arco existe porque eu quero testar ideias, introduzir personagens novos e colocar mais poder na mão de quem já está aqui — sem precisar me preocupar com as amarras do enredo principal.

Em outras palavras: você pode levar isso como parte do mundo… ou só como um “e se”.

Agora, dito isso—

vamos reimaginar um trio que merecia muito mais.

✧ PARTE I ⚓ “Deixa em Branco” ✧

[Algumas horas antes]

A proa cortava a água com a elegância de uma lâmina bem afiada. O Capitão apoiava o peso do corpo na madeira salgada, um olho no horizonte e o outro preso ao telescópio. O vento puxava seu casaco como se tentasse arrancá-lo dali, como se o mar soubesse de algo que ele ainda não queria encarar.

No vidro, a baía de Hálcora surgia… calma demais.

— Hm. - Ele resmunga. Ajusta o foco.

As águas estavam coalhadas de barris. Coisa demais fora do lugar. Multidão no cais. E então — homens. Armaduras-uniformes da Nova Guarda. Subindo da água como se o próprio mar os tivesse cuspido de volta ao mundo.

O Capitão não sorriu. Abaixou o telescópio só o suficiente para falar, sem tirar os olhos da cena.

— *Lawful Evil Zero!* — Urrou por baixo da bandana. Não era só o nome. Era acusação.

Lá no alto, na gávea, veio o chiado familiar de vapor escapando, seguido por uma rotação metálica que parecia mais entediada do que alerta.



— Chamado recebido com 87% de entusiasmo operacional, meu capitão!

A unidade de bronze se revelou na borda, múltiplos braços ajustando ângulos que ninguém havia pedido.

— Você está olhando o porto ou catalogando nuvens de novo?

— As nuvens apresentam padrões hostis potenciais. Aquela ali se assemelha a um coelho ameaçador.

O Capitão fechou os olhos por um segundo. Respirou fundo. Quando abriu, o mar ainda estava lá… e os homens também.

Mais deles.

— Abaixa daí e presta atenção — disse, seco. — Temos companhia. E não é do tipo que paga uma rodada no Olho da Maré.

Um breve silêncio. Depois, metal em atrito com cordas descendo rápido demais para algo com seis braços.

LE-0 aterrissou no convés com precisão cirúrgica… dois passos à esquerda do ideal.

— Análise iniciada. Detectando hostis emergindo da água. Classificação: apenas inconvenientes.

O Capitão girou o telescópio de novo, acompanhando o movimento.

— “Inconvenientes”? Aquilo ali são tenentes da Nova Guarda. E estão bem no nosso porto. Eu os vi daqui de baixo! Como você, lá em cima, não viu?

LE-0 inclinou a cabeça com um rangido quase pensativo.

— Sugestão: manter curso atual. Testar resistência estrutural dos alvos.

— Sugestão recusada. — O Capitão ajustou o rumo com um gesto curto ao timoneiro. — A gente briga quando precisa. Não quando é idiota.

Ele estreitou o olhar. algo novo chamava sua atenção.

— Tá vendo aquele mandrião enorme subindo o pier? Aquela com o braço de pedra?

Silêncio tenso. LE-0 também… por aproximadamente meio segundo.

— 12% de chance de ser o comandante identificado como “Capitão Khao”. Parabéns, Capitão. Evitamos um problema maior que Balmon atrás da tecnologia da Imediata.

— Sim, eu evitei, não você, meu vigia! — murmurou ele, sem tirar os olhos do telescópio.

— Correção: eu estava em posição elevada estratégica.

— Olhando nuvens.

— Coelhos ameaçadores.

O capitão constatou que o navio corrigiu a direção, e deslizou como mais um no horizonte de Hálcora, na direção rio adentro. Discreto demais… Por pouco poderiam ter sido avistados. O vento voltou a soprar como se nada tivesse acontecido. Virou levemente o rosto na direção da máquina.

— Essa conta como terceira traição! - ele aponta no meio dos quatro olhos da entidade.

LE-0 ergueu dois braços em protesto imediato, enquanto os outros quatro hesitavam, como se aguardassem consenso interno.

— Não, capitão! Três é um número importante para mim!

— Terceira, já falei!

— Mas nem chegamos perto dos Guardas! — rebateu, quase ofendido. — Por favor! Deixa a minha terceira ser mais elaborada!

O Capitão apenas empurrou o telescópio contra o peito metálico do droid e virou as costas.

Caminhou até o castelo de proa e espiou por uma das janelas.

— Não podemos parar no porto, Imediata — resmungou. — Segue para o “Chamado Musical”.

— Tem certeza, capitão? — veio a voz feminina, provocante, por entre engrenagens e luzes improváveis. — Quanto crédito tem essa tal de Amellie Silverleaf com você?

Régio — respondeu ele, sem esforço. — Ciúmes, imediata?

— Sou só amiga da sua família, capitão. — Uma pausa. — A questão é que sei que nosso ouro não está sobrando para favores.

O Capitão soltou um meio sorriso torto.

— Nunca está. Só prepare rotas de como tirar a gente de lá quando der errado.

De trás, LE-0 inclinou a cabeça.

— Confirmando: plano oficial é “dar errado”?

O Capitão nem olhou.

— Não. O plano é parecer que foi de propósito.

LE-0 processou por um instante.

— Estratégia registrada como: confusão elegante.

— Agora sim você está prestando atenção.


[O Presente]



Meu nome é Bentho.

 Minha alcunha é Lorde Edgy.

“Herdeiro da Escuridão.”

 …Ou era “Terror”?

Terror soa melhor. Menos óbvio. Menos… ele.

Fundei a Ledgyão, um grupo de elite, E, até agora, sou provavelmente o menos impressionante entre eles. 

Amellie Silverleaf é uma cortesã e escriba talentosa. Descobri, há poucos dias, que também é aventureira… e espiã. De múltiplos talentos.

 Atende por “Janete Quá”.

Xitarro é um catfolk sem treinamento formal. Ainda assim, luta como se tivesse sido moldado para isso. Seus instintos são rápidos, sua técnica, absurda.

 E sua devoção à minha causa… desconcertante.

Eu o chamo de “O Fera”.

Saímos de Hálcora em fuga. Não foi uma retirada elegante. Foi o tipo de saída que deixa portas abertas, nomes marcados e pessoas muito interessadas em nos encontrar de novo. Atrás de nós, o Capitão Khao e um destacamento de elite da Nova Guarda. Os melhores de Shén-li.

E, além deles…

Meus pais.

Dizer assim quase engana. Parece pequeno.

Não é.

Se alguém pode impor ordem ao próprio Khao, é a Arqueira Lendária Lady Àquela.

 E o outro…Meu Pai, é o Maior Vilão da… vocês já sabem. O inevitável Lord Blunt.

Temos por objetivo agora cruzar o Rio de Shén-li, não ser pego por nenhuma dessas facções, e alcançar a Montanha Morta, ou o projeto “Ledgyão” termina antes de começar. Estávamos em uma balsa cheia de peixes puxado por um rebocador quando… 


THUNK.

A embarcação inteira treme. Eu e Xitarro quase vamos para a água.

Amellie… nem pisca.


Uma embarcação surge na curva do rio, vindo da direção de Hálcora.

Rápida.

Direta.

Intencional.

Olho para o alaúde de Amellie.

Olho para ela.

Era isso?

Ela estava… chamando? Uma mensagem mágica carregada pela música, não deve ser algo improvisado. Deve ser um sistema de comunicação complexo, e lastreado por favores e negócios. 

Arranjando uma carona?

Claro que estava.



A corda do arpão ainda vibrava quando a proa da outra embarcação tomou o campo de visão inteiro. Foi uma tomada. Metal contra madeira. Tensão no rio.

E lá, na proa do navio que agora tinha-nos na mão, estava ele. Alto. Corpo de bronze polido com entalhes quase ornamentais, como se alguém tivesse decidido que uma arma de guerra precisava ser elegante, mas não necessariamente humanóide. Seis braços articulados saíam do torso com precisão antinatural, cada um terminando em ferramentas diferentes — lâminas, garras, mecanismos de disparo. No centro do peito, um núcleo azul pulsava com luz constante. A cabeça… múltiplas lentes, algumas brilhando, outras apagadas, como olhos que não concordam entre si.

Vapor escapava em intervalos curtos. Nada ali parecia seguro.

Os braços repousavam em ângulos imperfeitos, como se obedecessem por obrigação. O arpão cravado na nossa balsa era desproporcional. Guerra transformada em ferramenta. LE-0 inclinou a cabeça alguns graus.

Analisando.

O rebocador já se afastava... a junção dele foi rompida sem cerimônia, fugindo com o que podia, sacrificando a carga: A balsa, “nós”, e os peixes.

— Confirmação de captura parcial — disse a coisa, sem entusiasmo. — Carga: peixes. Passageiros: Status de pagamento: duvidoso.

Ele girou dois braços, ajustando a tensão da corrente com precisão milimétrica.

— Prioridade atual: peixes.

Xitarro rosnou baixo ao meu lado.

— Ei! Nós não somos “carga secundária”.

— Correção — respondeu LE-0, sem sequer olhar diretamente para ele. — Vocês são “variáveis não remuneradas”. Os peixes, ao menos, não discutem termos.

Amellie deu um passo à frente, calma demais para alguém sob ameaça de um arpão do tamanho de uma decisão ruim.

— Eu tenho crédito com Jackie. Já nos comunicamos.

Houve um pequeno silêncio mecânico. LE-0 congelou por meio segundo. Depois, ajustou a postura.

— Silverleaf, eu suponho? Identificador “Jackie” detectado como possível intimidade junto a autoridade superior. — pausa — Nível de confiança: inconvenientemente alto. Bem-vinda ao "Deixa em Branco".

Ele soltou um chiado curto.

- "Jackie"?!? - Eu olhei para Amellie.

Xitarro deu um passo à frente, avaliando a distância, o metal, as rotas de salto.

LE-0 virou a cabeça na direção dele.

— Consulta: o felino é castrado?

Silêncio.

- Não. Meu nome é Xitarro!

— Cara… que maneiro… - Eu comento, deixando enfim a realidade de nossa proxima aventura ser notada. - Esse cara aí, isso é tipo um Virgíli—

O cotovelo de Amellie me acertou nas costelas.

— Não — disse ela, ainda sorrindo para nosso abordador. — Nem começa.

— Eu só ia—

— Não.

Ela não olhou para mim. seu sorriso desconfortavelmente amarelo. Agurardou LE-0 olhar para outra coisa.

— Ele é um droid clássico. Uma forma de vida artificial, de muito muito tempo atraz. — ela me informa. — Vigília Sombria é um autômato feito por uma pessoa. Não tem vida.

Outra pausa.

— Compare os dois e você pode ser cancelado. — ela conclui.

— Can... O que é isso?!?

— Só ... Vista a armadura para não sentir a necessidade de comparar os dois e nos fazer passar vergonha.


O casco do navio se erguia acima de nós, com linhas que não pertenciam totalmente a este mundo. O nome estava pintado na lateral.

Ou quase.

Franzi o cenho.

— “Deixa em Branco”…? — leio na lateral.

Amellie seguiu meu olhar com um sorriso divertido da peculiaridade.

— Tradição.

— Tradição?

— O clã pirata Filler se espalha por reinos, mares… Até outros mundos — disse ela, casual. — Mas não consegue dar um nome definitivo aos próprios navios.

Alguns marujos atravessaram sem cerimônia, descendo até a balsa e começando a recolher os peixes. Amellie e XItarro vão na frente. Eu fico para traz, Virgílio se fechava sobre mim peça por peça, ajustando, selando, transformando. O peso familiar retornava aos ombros. Me tornava Lord Edgy mais uma vez.

Quando finalmente avancei, precisei passar por LE-0.


Era uma… coisa.


Ferramenta demais para ser alguém. Preciso demais para ser ignorado. Se colocassem lado a lado com Virgílio, mesmo na forma esquelética, eu inverteria quem é a "mera máquina" e quem poderia ter vida. Certamente seria cancelado (seja lá o que isso seja, Amellie parecia preocupada), então, que ele fique como armadura pela duração da estadia.

Quando alcancei o convés, entendi. O Deixa em Branco era um navio… mas não só.

A madeira estava lá — casco largo, linhas clássicas, curvas familiares. Só que tudo era atravessado por outra lógica. Reforços metálicos cortavam o convés em padrões que não seguiam necessidade estrutural alguma. Cabos não iam apenas às velas; conectavam-se a estruturas que pareciam reagir ao ambiente. Se alguém como Balmon visse aquilo, provavelmente ficaria mais irritado do que impressionado.

As velas não eram pano. Eram lâminas translúcidas, tensionadas como asas de libérila colossal  abertas à força. Às vezes capturavam o vento. Às vezes não. Ainda assim, vibravam, como se operassem em outra frequência.

À frente, o convés se dividia em níveis. Canhões tradicionais estavam posicionados lado a lado com mecanismos que eu não sabia nomear. Um brilho constante vinha do interior do navio, pulsando de forma regular, presente demais para ser ignorado.

Havia tripulação.

Alguns humanos. Alguns claramente não. Outros difíceis de classificar. Nenhum parecia deslocado. Todos pareciam… acostumados. Como se aquele absurdo fosse rotina.

Xitarro já estava encostado em um canto, observando a água — ou os peixes, talvez. Não sei o quanto estar de volta a um navio mexia com ele. Perto dali, uma bela moça de óculos e vestes discretas me observava com atenção calculada.

Amellie seguia com o capitão.

— Lorde Edgy, Herdeiro da Escuridão… — ela anunciou, com naturalidade irritante. — Este é o Capitão Jack Filler. Mas você o conhece por—


— CAPITÃO LIZZO!!!!

O silêncio veio imediato.

Curto. Denso.

Depois disseram que eu desafinei.

Posso culpar a acústica do elmo.

Ainda assim… não foi minha melhor entrada.

Comecei a avançar na direção dele, rápido demais para parecer casual. Já estava no terceiro passo quando LE-0 reagiu.

Boleadeiras prenderam meus pés.

O chão veio antes de qualquer reação.

Um laço travou meus braços antes mesmo de eu processar a queda.

E então veio o gás.

Totalmente desnecessário.

— Okey… fanboy ou é um suposto herói querendo me capturar? — pergunta o capitão, se agachando ao meu lado, analisando com interesse prático.

Amellie respondeu sem hesitar:

— Fanboy.

Ele estalou a língua.

— Tsk… eu preferia um caçador de piratas. Mais controlável.


Ele é Esteban. Lord Blunt, o Mais poderoso bruxo do mundo, Senhor da Guerra e da escuridão. Agora, observa enquanto a sua esposa subia a vela do Esquive. Era pequeno, discreto e veloz… Se estivesse completamente operacional. Mas o casal não conseguiu se afastar de Hálcora antes de serem avistados pela Nova Guarda. Capitão Khao arremessou uma lança em chamas quase cento e cinquenta metros. Atingiu a vela, que durou um bom tempo, mas eventualmente os buracos das brasas a tornaram inúteis.

— A minha capa não é grande o bastante para cobrir… — diz Àquela, sem olhar para trás. — Ao menos cruzamos a corrente. Vamos alcançar o lado certo… más só temos impulso e correntesa.

— Sim. — a resposta de Lorde Blunt vem seca. — E quase um dia de caminhada fora do corso.

Há um breve silêncio entre os dois, pesado o suficiente para não ser ignorado. Eles estavam unidos pela sua causa nos últimos 17 anos. Temiam como a sequência da conversa parecesse troca de acusações. Estebán começou.

— Teríamos alcançado Bentho… se Khao não tivesse interferido. 

O nome permanece no ar por um instante.

— Você deveria ter me contado sobre Amellie. — Àquela retruca, por fim, mantendo o tom controlado. — Eu estava incentivando a amizade dos dois. Sabe como isso me faz parecer?

— Não era segredo meu para contar, e ela guardou o nosso até o dia de hoje. - A resposta é imediata, sem hesitação. Ele já não olha mais para ela. Sua atenção retorna a Hálcora, ao ponto exato onde perderam a vantagem.

— Bem, ao menos me convenceu que Amellie é pior que Khao para Bentho... — A Dama do Arco ainda estava furiosa.  

— Eu esperava perseguição a esta altura… — Estebán desconversa. — Khao deveria já ter conseguido uma embarcação no porto.

Seus olhos se estreitam, calculando distâncias, tempo, possibilidades.

— A menos que não esteja nos seguindo. Tenha decidido ir atrás de Bentho... - O pensamento o preocupa um instante. 

— Estebán… — Àquela finalmente se vira. Sabia que a única coisa que Lord Blunt temia era não poder proteger ela ou o filho. — VOCÊ sempre foi o alvo de Khao, não Bentho. Agora que deixamos o castelo, “Lord Edgy” é secundário. Ele deve estar lidando com os feridos… com os barris. Fazendo o trabalho dele.

— Não Khao. Não conosco tão perto. — Algo não fecha. A sensação vem primeiro, antes da lógica. Ele acompanha o rastro da Gladius Aeternum e percebe uma discrepância difícil de ignorar. — Ele poderia dividir forças para cuidar das casualidades. Enviar tenentes… Algo está prendendo Khao em Hálcora.

Então seu olhar desce para o rio.

Não é um gesto brusco, mas deliberado, como quem procura confirmar uma hipótese incômoda.

A água segue o curso normal, arrastando o esquife danificado sem resistência. Ainda assim, há algo errado. Ele não vê, mas reconhece a presença como reconheceria um feitiço mal executado ou uma armadilha antiga.

— Sinto ... O perigo nessas águas. — murmura. — Khao só nos deixaria fugir se algo mais urgente estivesse acontecendo... Hálcora terá a proteção de Khao e seus tenentes. Você tem a mim... mas Bentho...