BLOGGER TEMPLATES AND MyYearBook Layouts »

7 de maio de 2026

Silas Rictus, o Mestre de Cerimônias Eldritch | D&D 5.5e

Silas Rictus, o Mestre de Cerimônias Eldritch | D&D 5.5e

Silas Rictus - Mestre de Cerimônias Eldritch

Silas Rictus

O Mestre de Cerimônias Eldritch

“Senhoras e senhores, horrores e heróis... a atração desta noite dançará para as próprias estrelas.”

Ficha do Personagem

Informações Básicas

Classe: Bruxo 1 / Bardo 4

Subclasse: Arquifada / Colégio do Glamour

Espécie: Humano

Antecedente: Artista

Nível: 5

Tendência: Caótico Neutro

Atributos

FOR 8 (-1)

DES 14 (+2)

CON 14 (+2)

INT 10 (+0)

SAB 10 (+0)

CAR 18 (+4)

Combate

PV: 38

CA: 15

Iniciativa: +2

CD de Magia: 15

Ataque Mágico: +7

Deslocamento: 9m

Perícias & Performance

  • Atuação +10
  • Persuasão +7
  • Enganação +7
  • Intuição +3
  • Acrobacia +5

Ferramentas:

  • Kit de Disfarce
  • Órgão de Calíope
  • Cartas de Baralho

Talentos

  • Músico: concede Inspiração Heroica através de apresentações durante descansos.
  • Tocado pelas Fadas: +1 em Carisma, Passo Nebuloso e conjuração adicional de Comando.

Magias Principais

Controle

  • Risada Horrenda de Tasha
  • Comando
  • Sussurros Dissonantes
  • Fogo das Fadas
  • Sugestão

Truques

  • Zombaria Viciosa
  • Ilusão Menor
  • Prestidigitação
  • Explosão Mística

Estilo de Combate

Silas Rictus jamais luta de forma convencional. Cada combate é transformado em espetáculo.


Os inimigos são humilhados diante de uma plateia invisível. Forçados a rir. Dançar. Cair. Fugir.


Ele chama seus aliados de “Atrações”, pois acredita que heróis memoráveis são mais difíceis de serem esquecidos pelo destino.


Seu verdadeiro papel não é causar dano.

É controlar a narrativa.

A História de Silas Rictus

Ele não se lembra do próprio nome.

O Patrono o roubou.

Não como punição. Como posse.

Anos atrás, durante um festival itinerante, ele desapareceu na Agrestia das Fadas após seguir luzes impossíveis entre as árvores.

Lá encontrou um Carnaval que jamais terminava.

Acrobatas com articulações demais. Músicos cujos instrumentos gritavam entre as notas. Palhaços que nunca piscavam.

No centro do espetáculo estava a entidade conhecida apenas como A Grande Audiência.

Uma Arquifada faminta por histórias, drama e emoções extremas.

Ela observou o jovem aterrorizado por longos minutos.

Então sorriu.

“Seu nome é meu agora.”

E o verdadeiro nome dele desapareceu para sempre.

Em troca, recebeu um novo:

Silas Rictus.

O sorriso eterno.

Ele aprendeu rapidamente que, naquele lugar, sobreviver significava entreter.

Piadas. Canções. Histórias. Teatro improvisado.

Quando a plateia ria, ele era alimentado.

Quando os aplausos ecoavam, podia dormir.

Mas quando a apresentação fracassava...

alguma coisa desaparecia do Carnaval para sempre.

Agora ele viaja pelo mundo mortal acompanhado de suas “Atrações”, espalhando espetáculo, caos e terror elegante como um maestro de pesadelos carnavalescos.

Em momentos silenciosos, ainda escuta aplausos distantes.

E quando o mundo fica entediante...

o ar esfria.

Porque em algum lugar além da realidade, algo antigo continua assistindo.

1 comentários:

Dr. Hardman disse...

Silas Rictus deixou o circo feérico da Grande Audiência acreditando ter encontrado uma brecha em seu contrato.

Disse ao Patrono que desejava explorar o mundo mortal. Que queria levar espetáculo, tragédia e emoção ao reino de [insira cenário aqui]. Que novos palcos produziriam novas histórias dignas da eterna plateia da Arquifada.

A Grande Audiência adorou a ideia.

Silas acreditou ter vencido.

Achou que distância significava liberdade.

Achou que, longe da Agrestia das Fadas, poderia recuperar a própria vida pouco a pouco. Talvez até descobrir quem era antes de ter seu nome roubado.

Mas a verdade revelou-se lentamente.

A Grande Audiência ainda enxerga através de seus olhos.

Cada cidade. Cada batalha. Cada conversa em tavernas esfumaçadas. Cada aliado estranho que decidiu acompanhá-lo em sua jornada.

Todos são julgados.

Observados como personagens de uma peça interminável.

Silas percebe quando o Patrono está atento. O ar fica frio. Música carnavalesca sussurra sem origem. Risadas distantes ecoam durante o silêncio. Às vezes, por apenas um segundo, ele vê lanternas violetas refletidas no fundo de copos ou poças d’água.

Então ele performa.

Sempre.

Ele refinou suas artes bárdicas não por paixão artística, inspiração ou ambição de carreira.

Mas por puro desespero.

Cada piada é sobrevivência. Cada espetáculo é uma oferenda. Cada inimigo humilhado diante de uma “plateia invisível” é mais uma tentativa de manter a atenção da entidade satisfeita.

Porque Silas não sabe o que acontece quando a Grande Audiência perde o interesse.

E ele teme descobrir.

Esse segredo jamais é compartilhado.

Para os demais aventureiros, Silas Rictus parece apenas um palhaço enlouquecido vestido como mestre de cerimônias infernal. Carismático. Teatral. Eventualmente sanguinário demais. O tipo de homem que transforma massacres em monólogos e duelos em apresentações.

Difícil de confiar. Difícil de suportar. Mas útil demais para expulsar do grupo.

Ninguém percebe a verdade escondida atrás da maquiagem rachada.

Atrás das risadas...

há apenas um homem desesperado.