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26 de maio de 2012

Como deveria ser...




15 de maio de 2012

"Ser Mestre é padecer no paraíso - III" -


"Ser Mestre é padecer no paraíso - III"

Quando o personagem é bom demais para o cenário!



- Okey, o grupo começa em uma Taberna.

- Não!

- Eh... Como assim?

- Eu sou Caulyflor, o Veggan. Tenho votos de pureza para meu senhor, o Deus Verde. Não me corromperia indo a uma Taberna beber. 
- Você não precisa beber. Tem alimento e ... 

- Duvido que um estabelecimento plebeu tenha recursos para uma alimentação digna. 
- Pelo menos, vá pelo companheirismo. Seus colegas estão lá... Mesmo o Paladino e o Clérigo!

- Minha presença indicaria tolerância a um antro de bebuns.

- Certo... Onde estaria Caulyflor então?

- Num templo botânico ao Deus Verde.

- Esta é uma cidade nos recôncavos afastados do reino. O Deus Verde nem mesmo é conhecido. Mas na Taverna...

- Esqueça a taverna. Vou buscar uma região mais pura da natureza nos arredores da cidade.

- Aff... Bem, Vocês estão num lago de águas límpidas nos arredores da cidade de Yngarth. O sol é convidativo a todos e...

- Porque eles estão aqui?

- Porque você não aceita estar em uma taverna.

- Mas se eu me recolho a orar ao Deus Verde, preciso de total paz e silêncio. Porque eles não vão para a taverna, que é mais apropriado?

- >ahf< certo. Vocês partem para a Taverna, deixando Caulyflor solitário na margem do lago. Chego já a vocês. Antes, algo em especial que queira fazer, Caulyflor?

- Apenas buscando a paz de espírito.

- Certo. Você buscava a paz de espírito quando ouve um barulho.

- Tento ignorar.

- Eh... Em um mundo medieval, isso é suicídio. Pode ser um assassino esgueirando-se pelas suas costas...

- Fazendo tanto barulho assim?

- É um velho quase desmaiando. Ele tenta a todo o custo alcançar a cidade.

- Caulyflor deseja a ele boa sorte em sua missão.

- Como? Não cai ajudar a ele?

- O Deus Verde é true Neutral. Acha que "o que tiver de ser, será"!

- O velho cai no chão, quase morrendo, e suplica sua ajuda.

- Eu ignoro.

- Certo... Ele rasteja na direção da taverna. Guardo a ação para vocês... Não quer mesmo fazer nada?

- Não. Encontrarei a paz de espírito.

- Certo, então vou separar vocês e passar a missão para seu grupo, okey?

- Tudo bem.

(alguns minutos depois)

- Você vê seu grupo, com uma mochila que pertencia ao velho, na estrada marchando rumo ao sul, em disparada. Curiosamente, eles não tiveram grandes vontades de convocá-lo... Eu me questiono o Porquê...

- Se eu não fui convocado, não era para ser.

- Nem ao menos buscará a Taverna para saber o que houve com o velho e seu grupo?

- Posso deduzir que eles receberam uma missão do velho e partiram.


- Okey, isso é meta-jogo. Tá reclamando do clichê? Esta é a primeira aventura! Tenho que começar de algum ponto! Você já estaria meio-caminho de tudo se ficasse na Taverna cinco minutinhos.

- Não, eu sei distanciar-me do meu personagem, e sei interpretar perfeitamente o que ele faz. Por isso, mantenho-me fiel ao que prega o Deus Verde! 

- Okey, você ouve uma voz...

- Eu a ignoro. 

- Impossível. É uma voz no interior de sua mente.

- Na minha mente?  

- Sim, ela diz: "Caulyflor, sou eu, o Deus Verde! O reino está em perigo e você será necessário para debandar um grande mal!"

- Ignoro. 

- O... Como é? Vai ignorar o seu Deus?!?

- A filosofia dele é: "o que tiver de ser, será". Ele não interfiriria diretamente em assuntos mortais. Ou isso é ação de um telepata tentando me corromper, ou é fruto de esquisofrenia brotando em mim. E ambos são combatidos com uma jornada de auto-conhecimento para o âmago de meu ser, em posição de lótus, encarando o lago. 

- Eh... O Deus Verde Insiste. "Cauliflor, o Veggan! Eu não faria uma exceção se não fosse importante! Siga até a Taverna e aprenda sobre o grande mal que paira sobre o reino, ou eu o negarei e tomarei seus poderes!"

- Agora tenho CERTEZA que não é o Deus Verde. Ele não é chantagista e vingativo. Fico ainda mais convicto ignorando-o. 

- Certo. Você... eh... Faz uma viagem de auto-descobrimento e encontra a solução: Ir à Taverna e fazer a vontade da voz.

- Hmm... Isso não me parece certo. Meus próprios pensamentos não são confiáveis no momento se eu estiver mesmo esquisofrênico. Eu ignoro essa epifanía. 

- Bem, certo. Vou seguir a aventura com o resto do grupo.

- Okey. E eu sigo em minha dedicação Veggan ao Deus Verde. 

- A propósito: Um assassino barulhento atacou por suas costas e o matou, roubando todos os seus pertences. Bom jogo!

"Ser Mestre é padecer no paraíso - II"


- Eis que com a batalha encerrada, vocês têm de escolher um dos dois caminhos, direita ou esquerda, da Dungeon dos Uivos perdidos.

 - Eu quero ir atrás do vilão! 
- Eu imaginei... Mas ele estava voando e vocês não voam. 
- Eu vou lançar um encantamento de levitação para voar! 
- Você tinha sete encantamentos de levitação. Usou para levantar as rochas que obstruíam o caminho da caverna e depois para
levitar as rochas para arremessar nos vilões. 
- Então... Só usei duas! 
- Eram três rochas que você levitou na porta. Depois, mais quatro rochas para arremessar no vilão.  
- Mas meu encantamento atinge múltiplos alvos! 
- Não, não atinge. 
- Quem disse?
 - Bem, todas as mídias conhecidas pelo universo, o livro de regras, a lógica... Mas o mais importante desses todos: O narrador.
- Mestre... Olhe a pressão!
- Okey... vou me acalmar. Não quero voltar para a clínica. 
- Mas eu ainda acho que deveria ter mais feitiços de levitação. 
- Foram sete rochas! Gastou sete feitiços!
- Mas as quatro que eu levitei para jogar nos bichos no encontro aleatório não tive oportunidade de jogar!
 - Claro! Porque você gastou quatro turnos para lançar o feitiço. Ao invés de lançar em uma e depois arremessá-la contra um alvo e só depois partir para outro, você ficou levitando todas as rochas que podia! 
- Mestre...
- ... E ainda queria levantar CINCO! 
- Olha a pressão!
- ... E se você se recordar, eram só três os vilões.
- Tá! Ele não tem mais magias de levitação! Ficou defeso isso!
- Bom.
- Hmp... Eu tinha um feitiço de mover pedras. Poderia ter movido pedras se eu quisesse...
- Galera, peguem leve com o narrador! A saúde dele está debilitada.
- Certo. Onde estamos mesmo? Na encruzilhada... 
- Ainda? Estamos nessa encruzilhada faz meia hora!
 - Por mim eu já estava em casa, mas para vencer a encruzilhada, vocês tem de optar por ir pela direita ou pela esquerda.
- Se acabaram meus feitiços de levitação, quais me restam? 
- Bem... Os de transformações infinitas.
- E quantas me restam? 
- São infinitas! Nunca acabam.
- Beleza! Vou me transformar num rato! 
- Hmm... boa! Você tem os sentidos de um rato agora. Sente pelo olfato que o caminho da esquerda é o mais usado.
- Ei! Eu não disse que ia fazer isso!
 - Eh... Tá... Mas você sente isso.
- Agora me transformo num rinoceronte!
 - Hãã... por quê?
- Porque rinoceronte é melhor para a briga que um rato! 
- Não tem briga agora.
- A-ha! "Agora"! Quer dizer que terá briga mais na frente! Vire um rinoceronte mesmo!
 - "Uff" certo. Você se transformou num rinoceronte.
- Ele pode me ajudar a ir atrás do vilão que fugiu voando? 
- Olha, em off, mas valendo aqui: O vilão que fugiu ultrapassa a velocidade do som e tem inúmeros esconderijos pelo mundo. E em on, eu pretendo usar mais á frente na campanha. Já o botão de autodestruição, que está na passagem da esquerda, tem um timer que está perigosamente perto do fim, que precisa ser apertado agora. 
- Como vamos confiar que a Esquerda é a saída? 
- O rato farejou.
- Mas ele é um rinoceronte. Ele nunca se destransformou. ratos não falam e Rinocerontes não farejam!
 - Eu estou dizendo!
- Mas foi em off. Não vale. 
- Ah, lembrei de uma coisa. Tem um mapa.
- Um mapa?
- Sim, na parede. Mostra do lado esquerdo um caminho reto para uma sala escrita "sala do botão de autodestruição", e ha várias outras salas escritas "armadilha mortal" "Caminho inútil" e "morte instantânea"!
- Eu vou me transformar numa ave que possa voar e ir atrás do vilão. 
- Okey... qual ave?
- Quais aves eu posso me transformar? 
- Qualquer ave que exista na nossa fauna.
- Alguma delas voa com pessoas adultas? 
- Não. Não existe isso.
- Posso me transformar numa versão maior de uma ave, o bastante para voar com ele? 
- Eu já pedi que esquecesse o vilão!
- Mas o cara vai ser uma ameaça em longo prazo! Você falou!
 - Mas foi em OFF!
- E daí? É RPG! Não somos limitados a ir para a direita ou para a esquerda! Quero voar atrás do cara! 
- Okey, você pode. mas não pode carregar o seu colega.
- Mas minhas transformações são infinitas! 
- ...Mas não ilimitadas!
- Posso me transformar em um dragão?
 - Não, você não pode. Dragões não existem.
- Mas enfrentamos um ontem!
 - Foi num cenário de fantasia, onde dragões existem! E COM OUTRO MESTRE!
- Mas já mata seu argumento que dragões não existem.
 - Quer saber? Querem ir atrás do vilão? Ele surge aí. Ele esqueceu as chaves do esconderijo secreto e voltou para pegá-las! Eis sua chance de bater nele e poder seguir para a passagem da esquerda!
- Ué? Não queria poupá-lo para usar depois?
- Mudei de idéia.
- Mas e a campanha?
- Digo que ele era peão de outro, um irmão gêmeo que vai seguir com os planos de onde o irmão parou.
- Bem, agora vou matar ele.
- Peraí... melhor capturarmos para usarmos contra o irmão gêmeo dele!
- AIMEUPAI! Vocês não sabem do irmão!
- Como não? Você acabou de falar! 
- FOI EM OFF!
- Mestre... olha a pressão!
- Eu tô me enchendo com esses "olha a pressão"! Seu personagem tá aí faz horas e não fez nada! Entra no jogo!
- Ih, sobrou para mim foi?
- Vou me transformar numa cafeteira! 
- Eh, o que?
- Transformações infinitas me permite transformar em objetos inanimados. Eu me transformo numa cafeteira, e aí ele que quer prender o cara me arremessa nele.
 - E porque não se transforma numa arma de arremesso? Melhor: Agora aproveite que se transformou em um rinoceronte!
- Porque ele não esperaria ser atacado por uma cafeteira! 
- Eh, não posso argumentar com esta lógica.
- Eu arremesso a cafeteira.
 - Okey. Ele tomou uma... "cafeteirada" ... na cabeça. Isso o machuca e queima. Ele então percebe que está lá e começa a tentar voar de novo.
- Como ele sobreviveu à cafeteira? 
- É ... Um objeto pequeno e não-apropriado para ser usado como arma. Não é o suficiente para derrubar um vilão como esse.
- Mas cafeteira não são pequenas! E aquela do hospital? 
- Aquela ... Ah, é uma máquina de café! não uma cafeteira!
- Eu estava pensando naquela!
- Não, pense numa cafeteira industrial da Nestlé! Deve ser do tamanho de uma casa!
 - Você não pode mudar a ação após ter agido! E... Como é que você sabe que existe cafeteiras do tamanho de uma casa na Nestlé?
- Pô! É a NESTLÉ! Deve ser assim! 
 - Uma cafeteira do tamanho de uma casa aparece. O outro herói não consegue ergue-la, e chama a atenção do vilão. Ele vai embora.
- Eu sigo. 
- Ele voa e... Okey, ele decidiu fugir a pé. Está a seu alcance.
- Eu volto para ver a encruzilhada de novo. 
- MAS ... MAS... 
- Mestre... olha a pressão...
- Okey. Voltando à encruzilhada... 
- Eu me transformo em um clone. 
- Eh... Sei que vou me arrepender de perguntar, mas porque um clone?
- Eu tenho um plano. E eu devo poder me transformar em um clone, ou não? 
- Poder pode... Mas clone de que?
- De... Mim... Mesmo! 
- Mas você já é você mesmo!
- Mas quero virar um clone meu! 
- ooookey. Aos olhos de vocês o mago transformista volta ao normal, mas na verdade, ele é um clone de si mesmo.
- Legal! Agora sou duas pessoas! 
- Hãã... não, não é não.
- Pense comigo: Se eu sou um clone meu quer dizer que há um "eu" de quem eu deveria ser clonado, logo, somos duas pessoas! 
- Mas não surge uma pessoa só porque
- Clone o seu clone infinitamente e você dá aquele golpe de Naruto!
 - Do que está falando? Eu não assisto. O que...
- Boa idéia! Clone a mim também que aí todos nós seremos um exército!
- Meu pai Eterno! Isso não vai funcionar!
- Só sabemos se tentarmos! 
- Okey, okey. Vocês tentam e não funciona. 
- Eu acho que ainda dá para perseguir aquele vilão fujão... 
- Galera... A montanha explodiu.
- Como?
 - Tô olhando meu relógio aqui e vi que a montanha explodiu. Vocês não detiveram o contador a tempo.
- Pera lá... a gente não passaria tanto tempo assim sem agir...
- Não passariam, mas passaram. 
- Qualé mestre. Aí é apelação! Não nos deu uma chance!
 - Ta certo... Foi só um, sei lá, um teaser do próximo filme-catástrofe que vai estreiar.
- É o 2012? 
- Deve ser. Não me importo mais.
- O 2012 não é porque já estreiou ontem.
- De onde veio a TV com esse teaser?
- Era onde mostrava o mapa... Ele dá refresh com teasers.

- Esse filme parece bom? 
- Eu juro que estava zoando quando falei... Mas , okey, é o melhor.
 A gente deveria assistir. 
- Como? Agora?
- Não tem uma cidade por perto?
- Sim, aquela que vai explodir se vocês não entrarem na passagem da esquerda, coisa de meio metro de vocês, e apertarem o botão de autodestruição!
- Acho que dá tempo... Tínhamos uma hora! 
- Sim, quando começou a partida! Isso inclui toda a palhaçada de jogar pedras com feitiço de levitação, perseguir o vilão, desistir de perseguir, o vilão chegar, transformar em uma cafeteira gigante, perseguir o vilão de novo, desistir da perseguição. Inclua aí o deslocamento até a cidade, e mais DUAS HORAS DE FILME!
- E os trailers.
- Sim... E os trailers.
- Sei não. Ainda acho que dá tempo. 
- Pessoal! Só o filme tem duas horas! O DOBRO do tempo que vocês acham que tinha!
- Nunca vamos saber se não tentar, não é?
 - Okey... Filme então. Vocês viajam uma hora inteira desde o coração do labirinto até o cinema da cidade... Mas dá tempo.
- Er, mestre... tá escorrendo sangue do seu nariz. 
- O filme é muito belo. Tem borboletas e flores coloridas para todo o lado.
- pessoal, ele tá com um olhar perdido.
- Daí começam as explosões, a adrenalina! O Mocinho e suas façanhas incríveis.
- Eu... vou ligar para a ambulância. 
- E aí chega o vilão do filme.
- Eu me transformo num alienígena!

"Ser Mestre é padecer no paraíso"

Baseados em eventos presenciados em PBEMs da vida.

Original: Outubro de 2005.

"Enfim os bravos cavaleiros seriam recebidos pelos reis se passassem pelos desafios que aguardavam atrás das portas. O místico do grupo adianta-se à porta e...”.

- EI! ei! - reclama o player que interpretava o Místico. - Meu personagem nunca adianta-se a nada.
- Bem... você quer que outro abra a porta?
- Não... serei eu! mas não "me adianto" a ela. 
- Mas como pretende abrir a porta então sem ir a ela?
- Eu vou à porta... mas não me adiantando! Meu personagem é um dos cinco magos da fabulosa ordem que eu inventei! Ele "caminha com toda a pompa, emite faísca da ponta de seus dedos, e enfim, gira a maçaneta"!

O Mestre balança a cabeça.

"O Místico caminha com toda a pompa, emite faísca da ponta de seus dedos, e enfim, gira a ..."

- Parôparô! - grita o tecnocrata arcano. - Não abra a maçaneta! É isso que os reis querem!
- Hã? - fala o mestre espantado.
- Os reis querem que passemos por esses desafios, então, há algo estranho...
- VOCÊS querem a audiência com os reis! Não eles com vocês!
- Está bem... Mas eu tive uma idéia: Eu tenho toque de energia e uma luva de pelo de urso albino bisurado. Eu uso a luva e Toque de energia para ouriçar os pelos à minha frente, enquanto aproveito e uso todas as minhas demais vantagens simultaneamente para parecer que estou mais à frente do que estava... então, é melhor eu abrir a porta.

- Okey... 

"O Místico ouve a teoria paranóica do Tecnocrata com"...

- Ei! ei! Meu místico não ouve teorias! 
- Eh... o problema é com a palavra "teoria"? Foi uma romanceada que eu...
- Não... é a palavra "ouvir" que não gosto.
- Eu não vi na sua ficha que ele seja surdo...
- Mas qualquer um "ouve". Ouvir é vulgar. Ele... (folea o dicionário) contempla! Isso. Seus sentidos são tão especiais que ele contempla com os ouvidos o que lhe é anunciado.

- Contemplar é com os olhos, porque... ah, Esquece...

"O Místico contempla a teoria do tecnocrata, que toma a liderança do grupo. Ele então..."

- Meu personagem pergunta "Ei! O que é porta?".

- Hã?

- Meu personagem é metaliano lembram? Ele nunca viu uma porta. Viaja no interior de naves vivas que usam válvulas entre compartimentos.

- Você deve ter visto pelo menos uma dúzia de portas entre esta cidade e a anterior. porque cismou nesta agora?

- Porque ele não conhece o mecanismo e precisa conhecer se vai viver nesta realidade ... por hora.

- Considerando que ele não tem "inculto", e possui Int divina, acho que mecanismos mecânicos simples sejam compreensíveis... ainda mais após o transplante de medula óssea que você procedeu ha pouco (e que não sei porque eu permiti)

- Mas olha que roleplay legal... ele desconhece a Porta!

- Okey dokey... 

"A Bondosa NPC do grupo (que eu não ouso tirar para alguém falar a coisa certa na hora certa) explicava para o Metaliano o que era uma porta, e nesse ínterin, o Tecnocrata gira a maçaneta e..."

- Não se afobem em proceder errado vingadores da justiça pois com nossa missão de chegar ao fim dos desafios entraremos em contato com os reis negros que precisamos contatar para seguir à próxima etapa com a bênção de meu deus patrono jerimum e de toda a corte celestial do Monte Phyton não desistam nunca pelos poderes do Jerimum!!!Não se afobem em proceder errado vingadores da justiça Não se afobem em proceder errado vingadores da justiça Não se afobem em proceder errado vingadores da justiça!

- Hãã... o que foi isso?

- Foi uma coisinha que meu paladino druida falou no meio-tempo em que o tecnocrata mexia o braço e o exato momento em que ele tocou na maçaneta.

- Ele respirou em algum momento?

- Não! Só se aparecesse algum NPC respeitoso que deveria nos dar alguma informação, aí ele daria um apelido maldoso como se quisesse perder o único aliado possível em todo o reino.

- Bem... Não... apareceu ninguém.

- Então, só posta o que ele falou...

- Ele é druida mesmo? eu nem lembrava.

- É sim... mas dedica-se mais ao seu cargo de paladino.

- Tá certo.

"Prestes à abertura da porta pelo místico, enquanto o Metaliano aprendia o que era porta e o Paladino discursava velozmente, sendo contemplado pelo místico..."

- Ei! ei! meu místico não contempla isso não!

- Mas... VOCÊ me corrigiu dizendo que seu místico não ouvia e sim contempla...

- Mas aquilo era para teorias absurdas! Verborréia de paladino são... (foleia o gibi do Garfield) "presenciados auditivamente!".

- ... e o que ele faz perante ofensas grosseiras à mãe que o pariu?

- Hein?

- Esquece...

"Prestes à abertura da porta pelo místico, enquanto o Metaliano aprendia o que era porta e o Paladino discursava velozmente, sendo presenciado auditivamente pelo místico... O Ladino do grupo encara o ato temerário do Tecnocrata"...

...¬¬...

- Ouviu "ladino"?

- Hã?

- O Tecnocrata está prestes a abrir uma porta sem verificar armadilhas.

- ... Eu tava distraído... o que houve?

- Isso que eu disse.

- Ah, tá... vou usar meus talentos ladinos ... para ficar invisível.

- Hã?

- Não! - grita o metaliano. - Eu vou ficar invisível antes dele...

- Tá... ficamos invisíveis.

- ... continuamos.

"O Tecnocrata começava a girar a maçaneta potencialmente perigosa e que se algum ladino checasse armadilhas e encontrasse alguma o mestre seria obrigado a dar XP de graça... e então..."

- Ei! para que essa pausa grande?

- Para caso alguém com talentos de ladinos queira interromper.

- Eu tenho talentos de ladinos, mas ... nhééé... fico na minha.

- Tem certeza que não quer por em prática seu "procurar armadilhas"?

- Eu checo! - fala o abaforado (sim, eu tb foleio revistas do Garfield) Metaliano. - Eu quero procurar armadilhas.

- Eh, mas você não sabe nem o que é porta!

- A NPC me explicou. Agora eu uso meu conhecimento de porta e minha inteligência metaliana para destrancar a porta.

- Bem, Como você não é ladino e a NPC é incapaz de falar tanta coisa em espaço de tempo quanto o Paladino Druida do Jerimum, se não encontrar é mais provável que seja porque você é incapaz de reconhecer uma armadilha, e não que não tenha armadilhas, entendido?

- Claro! - fala o metaliano orgulhoso.

- Hm.... Você não encontrou armadilhas.

- meu personagem fala pro Tecnocrata: "Com certeza absoluta não tem armadilhas nenhuma nessa porta"...

- "Ai!"... Bem, é isso que seu tecnocrata ouviu...

- Então... - fala o Player do tecnocrata. - Abro a porta de vez para não ouvir outro discurso do Paladino...

- Espera aí que eu quero falar mais...

- tarde demais, "Jerimum". - fala o mestre.

"O Tecnocrata abre de vez a porta e é atingido pela armadilha de dardos venenosos".

- Ah é... Fora essa aí... - resmunga o metaliano.

- Parôparô! - interrompe o tecnocrata. - Minha luva possui pelos eletrizados sensíveis a deslocamento de ar! Eu deveria perceber a vibração dos dardos e testar uma "Esquiva Matrix"!

- Eu quero usar meu Focus 9 em madeira para empenar a madeira dos dardos para não furá-lo.

- ô Metaliano... Foi uma ação muito rápida!

- Ah! Qualé! Eu coloquei Focus 9! Eu posso fazer TUDO com madeira! Até ganhar dela em velocidade!

- Hã... Meu ladino vai desarmar a armadilha!

- Tarde demais! Vejam o que aconteceu:

"Como a maçaneta era de metal, eliminou a eletricidade estática da luva do Tecnocrata que perde seu direito a testes de Esquiva Matrix. O Metaliano tenta envergar a madeira dos dardos, mas descobrem que eles são feitos de prata, e não possui focus em prata, o que é irônico para um Metaliano. O Tecnocrata, ferido, esbarra no Místico..."

- Ei! Meu místico nunca é esbarrado! Ele olha por cima dos ombros, e é tocado involuntariamente, numa panca muito legal.

"... como eu dizia, é ESBARRADO, mas ESBARRADO com gosto, sem nenhuma pompa ou direito de teste de pose 'nice guy', caindo numa poça de lama particularmente imunda, e contraindo uma verminose que lhe provoca diarréia instantânea! Digna de moleque subnutrido! O Paladino morde a língua e morre envenenado com o próprio veneno druida, e a NPC que servia de bom senso para os PJs ganha o bom-senso de sair de perto desse bando de malucos!"

Todos encaram o mestre nada amistoso, bufando como um cão furioso.

- Tá... e o que tinha depois da porta?

- Antes: Meu ladino procura armadilhas na porta!

9 de fevereiro de 2012

A Saga cósmica de Infinitoº

Antes de começar a escrever mais focado no ULTIMATO, eu usei Infinito em campanhas do Orkut. Mas o Infinito Orkutiano ( doravante chamado "Infinitoº" ) era bem diferente.

Primeiro, porque o grande diferencial dele no cenário normal é ser infantil e imaturo no meio dos "fodões" do cenário... Enquanto TODOS eram infantis e imaturos no Orkut. E seus personagens também. Então, dei a ele alguns anos, uma postura mais depressiva e séria. Justifiquei que foi talhado pelas experiências e conflitos mesmo entre heróis ao longo dos anos.

Segundo, porque teve a Saga Cósmica.

Eu fiquei coisa de um ano longe do Orkut, e quando voltei, vi que muito havia acontecido por um tempo, e depois estagnado. Decidi Narrar algo para reacender a coisa (e deu certo um tempo) e explicar onde Infinitoº esteve em minha ausência. Mas para que eu simplesmente voar até o QG e contar uma histoprinha regada a guaraná e pão de queijo se eu posso enviar uma nave de guerra encabeçando uma invasão alienígena?

A Belonave (clique para ler)

 O NORAD é brutalmente atacado. Uma gigantesca estrutura voadora seguida de alienígenas com cara de morcego, guiando serpentes bestiais cuspidoras de plasma tomam o lugar. Mas o mais assustador é que a nave tinha um formato familiar, o símbolo de um herói ha muito desaparecido.

Depois de uma breve batalha, e ao custo do veículo dos heróis, a nave invasora é derrubada. Sua tripulação começa a pegar pesado, e é hora de invadir... E então, em um pomposo lugar chamado de "sala do Trono", eles encontram ele.

Infinitoº estava de cabelos raspados, e uniforme ligeiramente diferente. O misterioso trono parecia drenar sua energia e direcionar ao veículo. Com uma análise melhor, percebe-se um misterioso gel que emitia ondas telepáticas, mantendo-o em um estado de letargia. O Herói azul deve ter permanecido daquela forma por semanas!

Com seu restabelecimento, Infinitoº devolve à vida o computador da nave, e juntos, os malditos alienígenas são derrotados. Infelizmente, o líder Arkine foge... Esse líder que possuía vendeta pessoal.

AGORA, regado a coca-cola e coxinha de galinha, Infinitoº conta onde esteve no último ano.

Federação de Betelgeuse (Clique para ler)

Não estamos sós (se bem que muitos dos heróis eram de natureza alienígena). Mas Betelgeuse era uma poderosa federação que concentrava as raças mais comumente avistada por ufólogos malucos (fora o Chupacabra). E eles estão em um violento pós-guerra, ante uma raça particularmente belicosa chamada Mantha.

Infinitoº foi à Federação originalmente por seu poder ser capaz de provocar dobras espaciais 9nem ele sabia disso) e ele poderia levar o ET de Varginha para casa... Acabou ficando e chegou a ser capitão de frota, e sua mentalidade vingativa e humana permitiu o triunfo dos até então racionais aliens.

Mas tudo indicava que Arkine, antigo líder diplomata e espião, estava instigando a guerra, e buscava recursos saqueados da Terra para rearmar os Manthas... Não esquecendo seu ódio por Infinitoº. Se pudesse subjugar o mundo e jogar o nome do capitão da Terra na infâmia, seu triunfo seria perfeito.

A Cidadela Mantha (clique para... Ah, a esta altura, já entenderam)

Infinitoº conclama uma reunião das raças de Betelgeuse e mais um corpo diplomático terráqueo para discutir a retirada de Manthas da Via Láctea. Mas também buscavam meios de perseguir Arkine. Para isso, os heróis foram à cidadela Mantha em Júpiter.

Contudo, o maligno Arkine já esperava isso. Durante a batalha no NORAD, conseguiu amostras de DNA de heróis da Terra para simular um atentado, jogando Betelgeuse contra a Terra.

No final, desnecessários, já que um dos heróis mata a sangue frio um embaixador (ver

Quadrinhos) Felizmente, ao desmascarar Arkine, ele acaba levando mais esse ato infame na conta.

Mais sobre os Manthas

Durante sua busca pela Cidadela, tanto Infinitoº quanto os heróis descobrem mais sobre os inimigos. Sua curiosa estrutura alien, e como se defender dela no futuro.

Buscando informações, e descobrindo os benefícios políticos de um "Campeão da Arena de Sangue" - um bárbaro duelo entre o Mantha mais poderoso e um desafiante - os Heróis solicitam o desafio. Infelizmente, eles não sabiam que durante a Guerra de Betelgeuse, Infinitoº teve a mesma ideia e era agora o Campeão da Arena de Sangue.

Para não ter de lutar até a morte contra seus aliados, Infinitoº se rende, aceitando a humilhação aos olhos da Federação, sendo expropriado de seu título e suas posses. Incluindo a Belonave. Um sucesso parcial de Arkine. Felizmente, o veículo não funcionava sem a presença do herói na Sala do Trono, então, os Mantha não poderiam voltar a usá-la... Aparentemente, ao menos.

Sensibilizado pelo sacrifício, o embaixador guerreiro dos Gray ordenou a construção de uma segunda Belonave, que serve aos heróis daquele universo como base de apoio e satélite de monitoramento de atividades Mantha.

Conto: Nasce o Amanhã (não cliquem se não quiser ler)

Um dos vilões corriqueiros do Infinito do Orkut era o "Infinitoº do Amanhã" (ou só “Amanhã”). Quando surgiu pela primeira vez, alegava ser o herói num futuro próximo, mas posteriormente foi desmascarado como um mero clone.

Se "clone do futuro" já era um conceito que fazia desse antagonista um adversário bizarro, a revelação de que os Manthas o criaram torna a história ainda mais caricata!o clone alienígena do futuro!
Alguns conceitos podem ficar perdidos sem conhecimento prévio das sagas do Orkut. 

7 de junho de 2010

Escritor "profissa"? *FACEP*

Eu devo ser masoquista ou algo do gênero.

Resumindo a história: criei um perfl para o personagem VOX para testá-lo. Mas como estou sem grupo de M&M ou Heroes em geral ativo, fui fazer como fiz em alguns testes do Infinito: procurei as comunidades do Orkut.

As que eu entrei antes eu já era conhecido e então tentei uma outra, que já tinha atritos com ... bem, todos. Não sei porque achei que lá teria um "grupo controle"...


Segue agora um resumo de uma das tr~es tentativas de "me ajustar ao que eles queriam".


łâмiηα ђ૮: ae cara
tenho uma proposta pra tu
heuahu

eu: ?!?

łâмiηα ђ૮:
aehuahe
cara
relaxa e vey
eyahueu
seguinte
o plano era tu esperar alguem fazer um rmk* melhor
mas tenho outra proposta
aeuha

eu:
Eu seria aprovado unicamente pela aparência?

łâмiηα ђ૮:
não
.facep
mas tem de tar boa a image
saca
o fato é:
vc gostaria de enrtar no hc com outro personagem? tipo outro perfil
.-.
eu te ajudava e tal'z
na vdd todo mundo ajudava
Xp
tipo,
pq' se for esperar até remakearem o Vox vai demorar D:

eu: Eu acho que entro em outras comunidades sem ter esse trabalho todo.

łâмiηα ђ૮:
mas
se que sabe
.-.
ah cara,
cê que sabe, só to tentando de audar

eu:
Mas me confirme que fui rejeitado pelo look.

łâмiηα ђ૮:
ajudar***
'-'

eu:
e não pela história ou qualquer coisa que tenha desenvolvido ou elaborado.

łâмiηα ђ૮: Sim, por isso, se vc quiser
eu peço q
o primitivo
ou outro membro te faça u rk
rmk*
a historia tá boa
cara,
porem sao dois fatores
Imagem e historia
ambos tem de tar bo
PORÉ
n cobramos tanto da
img
pq nem td mjundo
sabe mexer no fh
q nem silent, primo

eu:
vou pensar.

łâмiηα ђ૮:
LOL
caso vc queira
pode pegar uma criação de imagem e criar uma historia
^^
XP

eu: é que como falei, aceito sugestões... mas se alguém fizer ele do "0" eu sinto que não é meu personagem.

łâмiηα ђ૮: eu sei
mas tipo
vc' só pegaria uma img
a historia VC
que faria
saca/
normalmente o pessoal fala a mesma coisa

eu:
posso ser honesto em uma coisa?

łâмiηα ђ૮:
wat
eehehu
eu falo wat
msm
wat ._.
XP
-q

eu: Eu li algumas histórias de alguns "aprovados"!. A maioria é muito legal sim, mas tem uns que são rizíveis.

łâмiηα ђ૮: '-'
a gente exige mais que o cara jogue bem, a maioria das historias é simples
xP

eu: Logo, se alguém com uma boa imagem e uma má história passa e alguém com boa história e má imagem fica

łâмiηα ђ૮: '-'
.facep

eu: tem pelo menos maior predireção para imagem que história.

łâмiηα ђ૮: na vdd a maioria usa rmk
e as historias n sam PERFECT
porém
jogam mt be
bem*
e o mais importante
se divertem
._.

eu: Eu nem tive a chance de mostrar como jogo.

łâмiηα ђ૮: .-.
relaxa mano
só espera um rmk
ae'z
lool
ae vc' pode
talvez até ajudar nas historias
do pessoal
já q de escritor profissa so tem eu e o zangão
D:
e eu ainda nem publiquei meu livro
.facep
* Mão na cara.
T.T

---
*RMK = Remake, refazer em inglês.

Fui buscar a história do Lâmina. A primeira coisa que me deparo é uma briga dele com algumas duzias de outros "orkuteiros". Ele dizia que "Eu não sou cópia do Wolverine não! Leiam minha história antes de dizerem isso".

Eu li. Ele era um soldado bom mas que por causa de seus superiores malignos se submeteu a um experimento que implantou metal em seus ossos, deram-lhe lâminas que cortam tudo e apagaram sua memória, tornando-o violento.

Profissa! Livro na pré-venda!


Ele me descobriu!


4 de junho de 2010

Mirumoto Nobunaga - os últimos meses






- Primeiro grande "inimigo", um monstro completamente imune a sua arma. Só pode ficar dando voltas ao redor dele;

- Com a vitória (do resto do grupo e dos NPCs), foi trespassado por uma flecha com a espessura de uma lança. Precisaram perder seu orgulho para sobreviver por ter caído tão prematuramente;

- Torneio Rubi: deixou de treinar para provas que haviam um membro de seu grupo que já as dominavam. No último instante, trocaram este membro por um que não as tinham;

- Perdeu provas em um torneio por falha de dados que não deveriam acontecer - especialmente a de arqueirismo;

- No combate em grupo, foi provocado por um dos colegas para permanecer na arena contra todos os inimigos mais fracos, e não teve energias quando foi confrontar os inimigos que valiam a pena;

- Na busca por uma assassina ficou seguindo a pista errada e essencialmente foi a razão dela fugir;

- Quando voltou ao rastro da assassina em seu primeiro momento tombou cego e surdo;

- ... e ainda na muralha das Shadowlands, antes de realmente entrar na zona de conflito propriamente dita, perdeu num teste de percepção (3 em 3d10!) e foi mastigado por um Oni gigante como se fosse chicletes.

Vejamos como eu me saio este domingo, quando sair do hospital.


GUARDE GRATUITAMENTE SEUS ARQUIVOS NA WEB. CLIQUE AQUI E VEJA UM PASSO A PASSO.

27 de abril de 2010

Encontrei o sistema que deu origem ao lendário Melekashiro

http://bit.ly/9FxnEK
Yu Yu Hakusho, RPG, adaptado para o Storryteller.

15 de março de 2010

A Casa de Midori


Foi o presente dado por Inagami (e sua família) a Renai quando ele foi promovido a Líder da aldeia do Monte das Quatro Faces. O pequeno Midori já era nascido e o jovem casal precisava de um lar.
A casa é vizinha à do irmão de Renai, e Midori, quando ainda era aluno na academia, ficava de babá de sua prima.
A casa é feita respeitando o círculo de Chakra: A zona do elemento água (Fonte, chuveiros, banheiro), fogo (cozinha principalmente), vento (o acesso à casa), trovão (área habitável da casa) e terra (Sala de Jantar, Jardim de inverno e Dojo).

Localização e Arquitetura: subúrbio mais recente de, longe do barulho do centro e das vias comerciais. M esmo assim próximo a algumas zonas de combate florestais. A aparência da casa é tradicional. Possui apenas um piso, uma fornalha singular que aquece a cozinha e o reservado, portas e janelas de correr, e é toda voltada para uma segunda construção interna: o Dojo.

ANEXOS GERAIS:

ATELIÊ
- Construção externa à casa, é na verdade uma arejada jardineira onde Inagami trabalha suas esculturas de cristais. Suas melhores peças são dadas a primos que possuem uma loja de ornamentos de cristais, mas é tido mais como atividade terapêutica do que como atividade comercial.

JARDIM
– A fachada de arquitetura tradicional é ornamentada pelo jardim que se projeta pela rua. Todo o bairro é feito de construções antigas, provocando entradas às ruas. O jardim é de gramas e pequenos arbustos, mais resistentes a períodos de verão.

CORREDOR INTERNO
– é o acesso interno a todos os cômodos da casa. Ele margeia o Jardim de Inverno sendo completamente aberto para o centro da casa, podendo ver o Jardim e o Dojo.

JARDIM DE INVERNO
– é um segundo jardim, menor e mais vívido. Possui bonsais e flores mais delicadas que exigem menos exposição ao sol. O jardim inteiro contorna o Dojo e se encerra na Fonte . Seu aroma é espalhado pela boa ventilação da casa a todos os cômodos. Infelizmente Inagami possui algumas alergias que afloram nas primaveras mais secas por causa disso.

ZONA DO VENTO:

VARANDA
- Três pequenos degraus adentram em uma parte coberta ainda externa à casa. Feita de carvalho pintado de branco, com um breve cercado. Quem olhar bem verá que ela está preparada com runas de alarmes.

SALA DE ENTRADA
– Primeiro cômodo interno à casa, é uma zona fresca com uma corrente de ar constantemente vindo da varanda para o corredor interno. É possível reuniões de pequenos grupos neste lugar, e se as portas estiverem abertas, seu espaço é complementado pela varanda. Dela, se tem acesso ao Corredor interno.

BIBLIOTECA

– Anexo a leste da Sala de Entrada, a biblioteca é arejada e bem iluminada. Contudo, não há um bom isolamento acústico, mas segundo Renai, é uma forma de se manter em silêncio, mas sempre atento ao que ocorre na casa. Há livros diversos naquele aposento, quase todos de conhecimento comum. Os conhecimentos mais perigosos se encontram no Arsenal.

ARSENAL

– O cômodo mais seguro da casa, deveria ser desconhecido de todos. Midori descobriu-o aos cinco anos... Não só armas e pergaminhos, mas livros de conhecimento mais perigosos deixados aos cuidados de Renai e Inagami estão escondidos lá.
A entrada do Arsenal é oculta por uma estante de livros, runas de alarmes e um Genjutsu que provoca nos invasores não autorizados a vontade de procurar outra coisa em outro lugar.

ZONA DO TROVÃO:

QUARTO DO CASAL

– Maior cômodo habitacional da casa, é onde dormem Inagami e Renai. Possui uma cama de tatame, um vestiário e armários. Também uma pequena mesa de estudo no canto norte, rente à janela do quarto. Também possui runas de alarme.
QUARTO DE MIDORI

– Ligeiramente mais estreito, possui uma cama normal, uma estante que faz vezes de mesa de estudo, e dois criados-mudos nos quais Midori deveria manter suas coisas guardadas ao invés de jogadas no chão. A respiração do aposento é feita por uma janela elevada quase ao teto, mas que Midori usa para fugas e entradas de emergência. Ele não sabe, mas há um runa de alarme silencioso na janela também.

QUARTO DE HÓSPEDES

– Foi o primeiro quarto de Midori quando se mudaram e ele ainda era bebê. M as com seu crescimento e suas “atividades” de mestre dos trotes, ele optou pelo menor devido à janela de emergência. Este quarto possui uma cama de tatame ampla o suficiente para um casal, uma pequena estante com lençóis e travesseiros. Quando os Yuuhi recebem visitas, eles se acomodam neste aposento.

ZONA DE TERRA:

SALA DE JANTAR

– Quase tão amplo quanto o Dojo, a Sala de Jantar é facilmente convertível em salão de festas. E assim ocorre nos  aniversários de Midori – por imposição de Inagami e a contra-gosto do jovem gago. Possui uma mesa com seis lugares que pode ser completada por outras partes em uma de vinte, uma pequena grelha de pedras que pode fazer vezes de um fogão improvisado, churrasqueira, aquecedora de Sakê ou reguladora de temperatura. Quadros e fotos da família encontra-se espalhada por suas paredes.

DOJO

– Sem ligação com os demais cômodos conforme a arquitetura mais tradicional há um prédio do Dojo circundado pelos demais aposentos e pela muralha que faz a divisa com o vizinho de trás. Como seria uma casa a um importante Comandante, o Dojo era uma construção importante. M as Renai o converteu quase todo em uma zona reforçada de desenvolvimento de seus Genjutsus, mas é possível separar uma área para treino físico. Renai prefere usar os campos de treino de Konoha para tais atividades, limitando o Dojo a atividades mais íntimas a seus estudos ou a seu time.

ZONA DA ÁGUA:

FONTE

– Todas a água da casa dos Yuuhi é fornecida por um minadouro natural que nunca se esgota. A água é fresca na fonte, e mantém o Jardim de Inverno úmido e a temperatura do pátio e do corredor interno equilibrado, auxiliado pelas correntes de ar da Varanda e da Sala de Entrada.

ÁREA DE SERVIÇO

– Possui uma pia, tanque de esfregar roupas, e uma zona de varais para pendurar roupas. É curiosamente grande para os padrões tradicionais. Inagami faz os serviços domésticos sozinha. Midori descobriu outros usos para a zona de varal, combinando com seus genjutsus de confusão.

BANHEIRO

– Como as casas tradicionais, o banheiro é separado do chuveiro. Possui uma pia e dois sanitários separados por Box. Como a casa foi projetada com o Dojo, previa-se uso de alunos e estudantes. M as acaba servindo só à família Yuuhi.

CHUVEIROS

– Último aposento da Zona da Água. Possui duas duchas e um ofurô que pode ser aquecido por sua proximidade com a fornalha da cozinha. Seu chão é de bambu temperado para resistir à umidade e a temperarura.
Esse Ofurô já foi motivos de traumas severos a Midori por entrar sem bater quando seus pais estavam usando.

ZONA DO FOGO:

COZINHA

– Todo o sistema de aquecimento da Zona do Fogo é baseado na fornalha da Cozinha. Ele aquece a água em canos de metal para o Ofurô e chuveiros, serve como fogão e aquecedor de ar para o Corredor.

CORREDOR

– Há uma ligação entre a cozinha e a Sala de Entrada. Na prática servia para petiscos serem servidos aos visitantes nela, mas o Corredor é um aquecedor natural, e o ar quente das fornalhas da cozinha pode ser conduzido pelo Corredor para a Sala de Entrada durante o Inverno. De lá, a circulação de vento no corredor interno mantém a casa aquecida.

RESERVADO

– Enquanto reuniões mais informais são tidas na Sala de Entrada, na Biblioteca ou mesmo na Sala de Jantar, reuniões mais sigilosas são conduzidas a este aposento. Seu acesso é mais complicado – entrando no Corredor ou pela cozinha ou pela Sala de Entrada – E suas paredes são de bambu mole, melhor isolante sonoro. Não há janelas.
Em invernos mais rigorosos em que a ventilação natural da casa não consegue distribuir corretamente o calor do Corredor aos demais aposentos, é comum os Yuuhi se levarem tatames e agasalhos e dormirem neste quarto, com as portas do corredor fechadas, elevando a temperatura.

melekashiro wrote on Feb 3, '09
Fiz uma mistureba de Feng Shui, arquitetura medieval japonesa, e mitologia de Naruto. Eu sempre quis um RPG em que os PJs colaborem com os dungeons... Ia implementar isso no 3º ano da Cruzada, mas não deu.

cavaleiros wrote on Feb 3, '09
Olá!
Tá porra! o.O Só não considero 2 extras pq ia ser demais, mas mesmo assim. Trabalho de louco, mas ficou muito bom.
Até and Bye...

cavaleiros wrote on Feb 3, '09
Olá!
Agora, se eu mostrasse a sua disposição interna da casa aqui para os arquitetos... Eles iam ficara malucos com uma coisas, com certeza. XD
Até and Bye...

26 de fevereiro de 2010

CAMPANHA DE SUPERVILÕES!

"Vocês têm duas opções: A primeira é unir-se ao Principado e dar vazão á suas naturezas; A segunda é: Fiquem em sua cela como um cãozinho domado".

Diskórdia, Fundadora.


Ha muito tempo eu quis começar uma campanha de supervilania.

Na verdade é um plano complexo, no qual o grupo fundaria a sua sociedade do mal. Eu mesmo, faria muito pouca coisa na função de Narrador.

Contudo, para que isso desse certo, deveria ter um cenário forte. Meu projeto seria a sequência de uma campanha com algum tempo de Super-heróis, e eles seriam os NPCs. Os vilões iniciantes tinham liberdade de fazer o que quizer, mas sempre tendo em mente que a qualquer momento, os guardiões da justiça poderiam surgir. Eles podem roubar bancos com relativa facilidade, mas se para isso explodirem um quarteirão, teriam quase imediatamente umas três ou quatro "Ligas dos Vingadores-X" em seu encalço.

1 - A Prisão

O bando é tão Fodido que começariam a campanha presos em celas especiais para detentos perigosos. Lá, NPCs seriam introduzidos como o carcereiro abusador, o cientista/psicólogo que quer torna-los cidadãos de bem (e que é secretamente um super-herói), detentos ainda piores que eles que vão puchar umas 3 rodadas de briga antes de ativarem os malditos aparelhos que tiram seus poderes e fazem vomitar suas tripas.


Eis que surge, numa madrugada, Diskórdia. Uma androide infiltradora de corpo preto-e-verde, com um mostrador no lugar de seu rosto. Ela está interessada em alguns dos ocupantes da cela dos PJs, para um grande projeto... Mas precisa saber se eles são bons... Ou melhor dizendo... MAUS o suficiente. Ela liberta os malfeitores e desaparece invisível.

E aí começa a brincadeira: Com seus poderes reestabelecidos, os vilões poderiam explodir a parede e voar para o fim do mundo. Mas porque não se vingarem do maldito carcereiro? Porque não esnobarem o nerd cientista (e ter a maldita surpresa que ele é um super-herói)? Porque não provocar uma fuga em massa? Só fazer o óbvio é o que os mocinhos fariam!

Superando esse desafio, Diskórdia volta ao grupo, oferecendo a proteção do seu Covil do Mal até a poeira baixar. "Pô! uma mega-androide deve ter uma espaçonave no pântano ou coisa assim, não é?" Eis que surge o desgraçado do sitio no interior, com um gerador fodido, quartos empoeirados. Sim, Diskórdia tem um prédio só para as coisas dela... Mas quem falou que é para os brutos?

E aí começa a vida de supercriminosos. Eu pretendo ter algumas plantas de dungeons do tipo "banco", "Laboratório de cientista louco" e "A tão almeijada base na lua dos super-heróis". Mas não vou falar nada... Que os bandidos pensem em conseguir dinheiro, armar o esconderijo, e tudo o mais. Busquem seus contatos com o submundo para descobrir o contrabandista de armas alienígenas, arranjar peças para o raio da Morte, e mesmo encontrar a repórter que ama platonicamente um de seus algozes.

Porfim, manteria atualizado para eles uma lista de "procurados", com o valor da recompensa por suas cabeças. Quem sabe um dia eles olhem seu colega "bem-sucedido" e decidam embrulhar para embolsa-la?
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