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14 de fevereiro de 2026

EDGELORD V - Arco da Nova Guarda

 Bem-vindos à Donjon, a Torre Alta do Castelo negro de Blunt.

Outrora fortaleza de blunt, hoje é a Sede da Nova Guarda, e domínio de Àquela...

 O castelo inteiro é uma fortaleza... mas a Torre Alta é especial.

O miolo de suas muralhas é de ferro frio extraído da Montanha Morta, uma enorme pedra negra que separa Shén-li das Terras Selvagens. Com propriedades sinistras que só Blunt conhecia.

É a estrutura mais protegida de todo o reino. Diziam que “nada abaixo dos Deuses” poderia se infiltrar aqui, mesmo com apoio de magia.

Meu nome é Bentho, tenho 17 anos, e invado o calabouço mais seguro do reino desde quando eu tinha 8 anos. Quando eu queria ver Lorde Blunt.

Conheço as passagens secretas e as redundâncias. Vivo entre os sentinelas desde que nasci — até trouxe colegas cadetes para impressioná-los uma vez. Mas agora, se alguém me ver... Dois sentinelas desacordados. Um eu mesmo quem nocauteei...

E à minha frente... Lorde Blunt.

Ou ao menos, sua armadura.

Eu devia ter fantasiado tanto em minhas visitas clandestinas sobre o Homem Mais Infame do Mundo — o vilão que quase tomou o Palácio da Família Sagrada — que não percebia os detalhes. As partes mais “sólidas” da armadura eram conectadas por hastes delgadas, quase como ossos de um esqueleto. Ela tinha forma, presença, mas era um autômato. Pensei até que fosse uma armadura animada, mas era algo ainda mais estranho.

- [Vista-a!] – Fala a voz na minha cabeça. Ainda tenho sobressaltos. É muito parecida com a voz da minha mãe, mas sem o carinho e emoção, como se minha mãe fosse uma bruaca malcomida. É como ouço a Espada Negra “gladis aetere...” “tatererê”... A Espada Negra de Lorde Blunt.

- [Eu ouvi isso!] – resmunga ela. – [Gladius Aeternum!]


Beleza. Ela pode interferir no meu monólogo interno.


___


- Não dá tempo! – eu urro. – Já ouço passos! Uma full plate leva dez minutos para vestir... Vão me pegar de ceroulas aqui...

- [Sò fale o Nome. Ela já o reconheceu, afinal, salvou seu traseiro!] – Ela instrui com um “quê” de karen.

- Eu podia com o sentinela... Só... hesitei. Sou um supervilão há menos de uma hora...

- [Eu fui empunhada por Treze Mãos de bruxos, incluindo o Exemplar Hexblade, o Infame Lorde Blunt] – dispara em monólogo poético... – [O Poder vem do Berço, e você dormiu no chão!]

Vai por mim... esses insultos elaborados vão ficar velhos ao longo da história.

- [Esta é a Vigília Sombria, forjada no Limbo das Sombras pela maior ferreira de Hatamon. Ela compensava os poucos pontos fracos de Lorde Blunt... não sei se é poderosa o suficiente para cobrir tudo de ERRADO que você tem... mas ela se ajustará a você. Evoluirá com você. Será uma sentinela dedicada e, com a dedicação adequada, poderá ser muito mais versátil do que parece”].

- Me vista... VIRGÍLIO!!! – falo, enfim, triunfante.

- [Eh... Quem é “Virgílio”?]

- A roupa. – Protesto. – Obviamente é menino, tem até cockpiece. Por quê? Prefere que eu a chame de “Virgília”?

- [Prefiro que chame pelo nome de ativação!] – resmunga a voz da espada.

- Tá... Tá... “Vigília Sombria”! - Detesto esse nome, parece que traduziram do japonês literal. - Mas não vai dar aquele ataque cardíaco de quando eu... EI! PERA LÁ!

A armadura se abriu como uma ostra na água quente. Avançou velozmente para cima de mim, quase quebrou meu dedinho empurrando a manopla em minha mão, e talas metálicas cobrem meu corpo.

Ela é absurdamente desconfortável. Sinto que meu pé estava na canela, tenho dificuldade em me manter em pé. Mexo um braço, e quase perco o controle. Ela em teoria parece mostrar uma força hidráulica. Meu par poderia precisar do recurso, mas eu fico só confuso, descoordenado.

- [Hum... Você é mais forte que seu pai...] – comenta a Espada. – [Acho que o complemento vai ser automaticamente cedido. Ela vai se ... reconfigurar...]

Sinto meu pé deslizar gentilmente na bota. As “hastes” que moviam a armadura recolhem para... Algum lugar. Temo pensar na logística. Ela é pesada, uma meia-armadura com segmentação e chainmail altamente protetivo... Mas eu sou proficiente nela. Eu treinava para ser paladino da Nova Guarda.

- Cadê a Capa?!? – espanto-me eu. - Lorde Blunt matou um dragão negro e forjou das suas escamas a capa mais maligna e ... irada ... da história.

- [A Capa pertence a Blunt, por seus feitos]. – Fala a voz da minha mãe na minha cabeç... É... Acho que vou dar chance à terapia. – [Você não está nesse nível ainda... Ela vai se adequar agora...]

Começou como um cachecol, protegendo o pescoço e a parte de cima da placa torácica Deslizou por minhas costas até formar a capa, o visual completo. Era um púrpura real, elegante. Nobre.



- [Sempre achei que Blunt era muito direto, como uma arma contundente...]

[Você definitivamente não tem a presença, ou o poder... Mas há algo mais “edgy”, um “je-ne-se-quá”]

- Edgy?!? Esse é o meu nome de vilão?!? – pergunto empolgado. O Elmo é idêntico, mas todo o resto é mais leve. Ao menos visualmente. Eu carregava a armadura, e “minha personalidade” movia a espada. Blunt tinha uma espada longa, mas nas minhas mãos, ela ficava mais larga para se ajustar ao meu estilo de luta.

- [A Dama do Arco e o Senhor das Trevas falharam em dar requinte e educação à sua prole...] – ela parecia decepcionada.

- Não! Eu gostei... – falo triunfante. – Shén-li esteve à sombra de um falso Blunt por tempo demais. – Eu fiz ópera com minha mãe sobre a tutela da Senhorita Amellie da Igreja da Perseverança. Eu sabia teatralidade. – Esta alvorada termina... e ergue-se o tempo de...

Os portões se abrem abruptamente no meio da minha introdução. Quatro sentinelas. Todos muito mais bem-treinados do que eu. Me vêem com arma e armadura. Dois colegas nocauteados. Lord Blunt fora das vistas. Quebrou meu anúncio ao mundo,

- L...Lord Edgy? – eu sussurro, intimidado, completando.

---

Foi rápido.

Eles nem viram o que aconteceu.

Tudo escureceu.

- [A Escuridão Mágica... Boa escolha!] – A Voz da minha m... Ah, Gladys na minha cabeça. Felizmente, só eu posso ouvi-la.

- Sim, meu pai usou isto para me salvar do Gai-shi...

- QUEM ESTÁ AÍ?!? – Urra um sentinela. Era Larrincher, um gnomo... - Ele falou de Gai-shi? É outro dos asseclas secretos de Blunto?!?

- [Não fale em voz alta! Eles não podem ver mas ainda podem ouvir!] – protesta Gladys. – [Eu posso ouvir seus pensamentos e guiá-lo... e meu nome NÃO É GLADYS!!!]

Okey... pensar e não falar...

- “O Gnomo... Enxerga no escuro...”

- [Não. Esta é a Escuridão Mística do Submundo, não uma mera sombra.] – ela me ensina. – [Ele está cego e desorientado. Agora passe por eles e use a escuridão a seu favor.]

- “Mas ... como? Onde eles estão?!?”

- [Use os olhos e ... Esperaí... Eu te dei o Boom do Olho Demoníaco?]

- O O QuE?!? – protesto. - 

- Ouvi ele... – urra outro sentinela. – À direita!

Me abaixo instintivamente. Percebo pés perigosamente próximos.

- [Perdão...] – Gladius parecia constrangida. – [O Combo depende de ganhar o Olho Demoníaco. É assim que seu pai dança ao redor de paspalhos. Espere só um segundo...]

 Eu espero menos que isso...

E meu coração para.

Toda a maldita vez. É como se eu morresse, por uma fração de segundos... mas, ao invés de ir aos Portões do Pós-vida, para ser julgado pelo Lobo de Três Cabeças, um vulto me mandasse de volta. Mudado. Sempre que volto, mudo.

Foi assim a experiência quando fiz o pacto. Mas foi muito rápido e inesperado. Desta vez, eu presto atenção. É confuso, mas eu acho que há lógica nisso.

Meus olhos queimam.

Eles se ajustam... não mera visão noturna, em que dá para ver vultos e captar pouca luz... Eu enxergo claramente, mas dá para distinguir as sombras em gradientes. Dou um passo para o lado – a Armadura é muito silenciosa, pelo menos a “minha versão” – e evito ser tocado por um dos outros sentinelas.

Estou cercado por eles, mas só eu pareço perceber. Larrincher está imediatamente na minha frente. De costas para mim. Completamente vulnerável. Não faz idéia de que eu vejo seu pescoço peludo.

- [Seja silencioso...] – Gladys fala em minha mente.

Aperto a empunhadura da espada.

Eu era um vilão agora... Matar os agentes da lei, aqueles com quem eu fazia calistenia, e alguns que me davam aulas, seria parte do processo...

Um dia iria ter de quebrar as relações... Queimar pontes e não poder voltar atrás.

- “Eu vejo o homem de armadura!” – fala a voz de Larrincher. – “Direção sul, rumo ao Calabouço!”

Não, não foi Larrincher.

Eu fiz ópera com uma barda lendária. Eu aprendo a mimetizar vozes.

Era próximo o suficiente para os guardas acharem que foi Larrincher... E Larrincher achar que foi algum outro colega. Eles tateiam para fora da esfera de escuridão e correm calabouço adentro. Com segurança, eu corro calabouço afora.


- [Frouxo!] – protesta Gladys.

---

As paredes da Torre Alta são muito espessas, qualquer um percebe. O espaço interno utilizável das escadas aparentemente ocupava tudo, mas não é verdade.

Aos oito anos, eu empurrei um painel velho de madeira num gaveteiro de armário e vi um acesso de serviço estreito, e por ele entrava e saía do Donjon.

Agora, contudo, estava entalado, bundão para cima.

Não contava com as placas metálicas. Ou não ter mais oito anos.

- [A Tocha é uma alavanca] – fala Gladys.

Eu saio frustrado.

- Como você sabe?!?

- [Eu estive com Estebán quando construiu...] – ela esnoba. – [Mas foi engraçado você se espremer numa gaveta...]

A tocha faz um estalo. O armário todo se abre.

Ouço passos. Das duas direções... Mais sentinelas subiam as escadas, enquanto Larrincherer e seus homens voltavam do calabouço. A passagem é o que me resta.

Era uma espiral lisa. Eu preferia estar descalço, pois conseguia melhor aderência. A Bota de Virgílio era escorregadia. Basicamente “surfo” pela descida, e tropeço na primeira irregularidade.

- [A porta de madeira vermelha é a fuga!] – indica a espada.

- Não! – corrijo. – É um armário de vassouras.

- [Eu sei mais que você, garoto!]

Estava de saco cheio daquela espada.

Abro a porta. Indolente.

- [Isso... É um armário de vassouras?!?] - ela se espanta.

- Quem poderia imaginar, não é?

- [Estebán deve ter reformado nos últimos dezessete anos... Quebre o chão!]

Sentinelas me avistam, e urram pedindo reforços... E eu sei que, em qualquer momento, algum capitão poderia aparecer.

Achima estava fora, mas poderia ser Balmon.

Ou Khao...

Ou pior...

Minha mãe.

Entro no armário de vassouras. Não caibo. Empurro as vassouras para fora como posso, Sentinelas correm em minha direção. Aponto a espada para o chão... e...

RAIO MÍSTICO!!!

Ondas de energia pura são projetadas. Acho que Gladuis Aeternum amplia o truque assinatura dos bruxos, mas era meu primeiro raio místico.

O piso dentro do armário era de madeira. Fragmenta-se. Gravidade atua.

Eu caio.

Havia um “tobogã” secreto. Sinto meu corpo inclinar, fazer curvas bruscas, deslizando deitado no escuro. O som de metal raspando na pedra lisa me dá arrepios — um ruído áspero, íntimo demais.

De repente, sou lançado do teto e desabo dentro de um escalé velho, amarrado à margem e balançando sobre a correnteza. O cheiro me atinge antes mesmo de eu entender onde estou. Esgoto. Sem dúvida.

Por instinto, corto a corda com a espada.

A corrente nos puxa com violência. O barco gira e dispara túnel adentro. À frente, já vejo o corredor inclinar-se, conduzindo inevitavelmente ao rio que passa ao lado do palácio.

Uma rota de fuga.

Lord Blunt tinha rotas de fuga?

- [Garoto...] – fala a espada. – [Só porque me chamou pelo nome correto, vou te dar um último toque...]

- O que?

- [Estebán não fez a manutenção desse bote velho ha desessete anos...] - eu poderia achar que ela estava preocupada. – [Ele está fazendo muita, muita água...]

Eu tento me ajustar, as tábuas cedem sob o peso de meus pés. O assoalho se fragmenta. Perco o equilíbrio O bote vira. A Correnteza me domina.

---

Eu sei que, quando os guardas me perderam de vista, passaram a procurar nos arredores. Metade iria ficar na muralha para garantir que, se eu ainda estivesse no castelo, não sairia... a outra metade iria fazer um perímetro de busca. Uma possível fuga de Blunt era um exercício normal de quem atendia à Nova Guarda. Mas nunca levávamos a sério. Significaria a Nova Guarda falhar.

Mas sei que minha mãe e meu pai devem ter tido “aquele papo”. Como principal capitã, ela deveria comandar pessoalmente as buscas, mas como minha mãe, eu sei que ela vai fazer algo mais concreto.

Gladys disse que ela ouviu Estebán. Ele esteve no salão de reuniões. Estendia a mão para o quadro, e clamava pelo nome “Gladius Aeternun”. A espada do Pacto. Ela poderia romper dimensões para voltar à mão do Bruxo titular.

Mas agora o bruxo titular era eu. Gladys nega o chamado de Lorde Blunt.

Mas eles fizeram contato. Isso era preocupante. Meu Pai sabe o que eu fiz, e pela visão dessa estraga-prazeres.

Imagino também, quando Capitão Khao, furioso como um vulcão, irrompeu o salão, ao saber / deduzir do ocorrido, apontar o dedo (da mão de verdade) para Estebán, e urrar:

- Nós precisamos pegar seu filho IMEDIATAMENTE! – Algum rosnado selvagem das Montanhas, e completar. – E DEVEM haver Consequências.

Então, meu pai diz:

- Você tem razão, Khao.

- Estebán... É seu filho! – protesta, surpresa, minha mãe, Lady Àquela...

- P-pera-la... – Khao fala aturdido. – Esteban concordou… COMIGO?!? Isso ... parece errado..

- Bentho é um homem. – Fala o Arquivista. Deveria estar em um meio-termo entre o pai cringe e o Senhor de todo o mal. – Ele fez um pacto de consequências gravíssimas. Ele ostenta dois artefatos perigosos, E que meramente sendo avistados pode trazer a ruína ao reino!

- Esteban... – Àquila era o coração da Nova Guarda. Imagino que estaria do meu lado... ao menos até por as mãos no meu couro. – Ele estava sob muita pressão. Não o preparamos para o segredo...

- Perdão, Àquila. Eu adoro o garoto como se fosse meu sobrinho. – A mãozarrona de concreto de Khao agarraria a Dama do Arco pelo ombro se pudesse se mover. – Mas ... Partindo do princípio de que não foi o plano O TEMPO TODO BLUNT! – ele urra, olhando para meu pai. – O melhor a fazer é que nós o peguemos primeiro.

- Eu posso sentir a direção da espada. – Meu pai fala, enfim. – Bentho está a caminho de Forte Jian. Onde ele presta os serviços.

- Jian... minha área de influência – constata Khao. – Àquela... Eu talvez precise ser... violento com o garoto...

- Não mais do que EU serei quando ele voltar para casa... – A Dama do Arco fecha os braços e olha para Estebán.

Khao provavelmente pensou: “Foi grave... ele pode não voltar para casa pelo que fez”... mas não falaria naquele momento.

Quando Khao partisse, Lady Àquela, a única pessoa na terra que conseguiu ler o coração sombrio de Lord Blunt, revelará.

- Ele não foi para Jian, não é?

- Não... – confessaria meu pai. – Khao está abalado demais para isso. Ele está bem. Sinto que a espada está com ele. Deve estar na minha rota de fuga. Sinto que está a meio caminho de Huo-fen.

---

Não, eu não estava bem.

Sou um nadador razoável, mas era uma correnteza. A armadura era muito densa. A capa ... o elmo... parecia que a água invadia meus pulmões, entrando pelos meus olhos. Em algum momento, apaguei...

E quase morri ao abrir meus olhos, em uma ribeira rasa, e ver... essa figura.



- [Bem-vindo de volta ao mundo dos vivos] – fala Gladys sem parecer muito sincera.

- O que ... O que é essa coisa?!? – protesto, apontando. Ele usava o elmo, as manoplas, parte da armadura. Mas por dentro, parecia um esqueleto. Ele rangia e mal parava estável, mesmo assim velava por meu corpo inconsciente.

- [Não reconhece “Virgílio”?] – ela estava ácida de tanta ironia. – [Não sei se por ter saído da masmorra, ou alguma bagunça na água, ou estar vinculado à incompetência encarnada que é o filho de Estebán... Ela entra no modo sentinela com essa aparência patética!]

- Ee ... – eu tento provocá-la. – Ela me salvou do afogamento?

- [Ainda parte do protocolo original... Muito abstrato, contrário às recomendações da fabricante]

- E a minha Ledião Edgy cresce! – eu falo satisfeito, antes de cair sentado. Era eu, uma espada falante que não se move, e uma armadura que se move mas não fala. Estava exausto. – Onde estamos?

- [Tem uma cidade além daquela barragem... E dá para ver o Anel Interno que protege a Capital no horizonte oeste.] – Gladys parecia confusa.

- Barragem?!? Deve ser Huo-fen. A Cidade Arsenal. Lord Blunt saqueou-a no Levante... Foi o começo da conquista. Acho que é área de influência do Balmon, que é relapso. Excelente lugar para começar.

- [Começar o quê?]

- Meu IMPÉRIO SOMBRIO! – eu estendo o punho firme. – Vista-me, Virgílio! Que Lord Edgy marche para a pedra fundamental da História.

A armadura o ignorou.

- [Use o nome correto!] – sugere a espada.

Eu bufo.

- Vigília sombria...

A armadura voou em mim. Rolo no chão... antes de me erguer como.

LORD EDGY



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