![]() |
EDGELORD
Meu pai era o maior vilão da história. E meu destino é dominar as terras, nem que para isso eu precise salvar o mundo primeiro.
O que é Edgelord?
Edgelord é uma obra de fantasia com humor ácido, inspiração em animes, RPGs de mesa e aquele tipo específico de personagem que todo mundo já encontrou: o sujeito sombrio, sinistro, diferente de todos os outros — e absolutamente convencido de que está destinado a dominar tudo.
A história acompanha Bentho, um jovem que descobre que seu pai não é apenas um arquivista esquisito e recluso… mas sim Lorde Blunt, o maior vilão da história recente. O problema? Blunt se aposentou. E agora, alguém precisa herdar o legado.
O detalhe inconveniente é que, no mundo em que Bentho vive, dominar tudo geralmente começa com salvar tudo.
De onde isso veio?
Edgelord nasceu como uma piada de mesa.
Em uma campanha de RPG, o conceito surgiu para provocar — com carinho — um jogador que adorava interpretar o clássico “edgelord”: o personagem sombrio, misterioso, moralmente ambíguo, que precisa ser convencido a participar da missão enquanto o resto do grupo tenta, honestamente, salvar a vila dos goblins antes do anoitecer.
A ideia era simples e absurda:
“Sou o filho de um vilão lendário. Vou dominar o mundo.
Mas, por enquanto, vou expulsar kobolds de fazendas.”
A campanha não durou muito — mas o conceito ficou. E, com o tempo, cresceu.
A cena central que deu forma definitiva à obra veio de uma referência clássica: a flecha no joelho.
Inspirada no meme de Skyrim — e na interpretação popular de que “levar uma flecha no joelho” significa ajoelhar-se, casar-se e abandonar a vida de aventuras — nasceu a imagem definitiva de Lorde Blunt:
O maior vilão do mundo, de joelhos, não derrotado… mas pedindo a mão de Lady Àquela.
Ele não caiu. Ele escolheu parar.
E isso mudou tudo.
O que esperar desta obra?
Edgelord é uma história que:
- Brinca com clichês de vilões, heróis e protagonistas “especiais”
- Zoando o tempo inteiro — mas nunca sem propósito
- Mistura fantasia épica com humor autoconsciente
- Trata poder, legado e identidade com ironia e afeto
- Começa pequena (kobolds, vilas, confusão)
- E escala para decisões que realmente importam
É uma história sobre querer ser temido, descobrir que isso é mais difícil do que parece, e perceber — com certo desgosto — que às vezes salvar o mundo é apenas o primeiro passo para dominá-lo.
Ou para salvar alguém.
Bem-vindo a Shén-Li. O Coração do Mundo.


0 comentários:
Postar um comentário